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segunda-feira, 25 de março de 2013

Recuperação de rios eutrofizados

25/03/2013 - Descrição sumária: Projeto de Biologia visando o estudo de processos de recuperação de rios e lagos eutrofizados

Estudo preliminar:
Fotos do procedimento e dos resultados
Preparo da solução de azul de metileno, corante que deixa a água azul quando esta tem oxigênio



Da esquerda para direita: amostra com agitação, amostra e controle

Resultados:
Repetição
Controle
Amostra
Amostra com agitação
Dias para a conclusão da experiência
1
Azul
Transparente
Transparente
3
2
Azul
Transparente
Transparente
3
3
azul
Transparente
Transparente
2
4
Azul
Transparente
Transparente
3
5
azul
Transparente
transparente
3
Ø Relatório da experiência
Ø  (05/03) a experiência foi feita o pote um só com o corante o dois com corante e pão ralado e o três com corante e pão ralado...
Ø  Obs. o pote três mexidos cinco vezes com a colher às 13h40min

Ø  (06/03) olhei a experiência às 11h22min o pote uma esta a mesma cor o pote dois e três mudaram um pouco á cor, esta bem mais claro o pote dois esta com a cor mais clara do que o três.
Ø  Obs.: o pote três foi maxico cinco vezes às 14h46min.

Ø  (07/03) olhei a experiência as 16h23min, tudo ocorreu bem á única coisa diferente  é que o pote 2 e 3 estavam   com a cor bem diferença tava um verde bem apagadinho ....
Ø  Obs.: o pote três foi mexido com uma colher cinco vezes,...

Ø  (08/03) olhei a experiência as 15h00min.
Ø  O pote um ainda continuava azul o pote dois esta com a água transparente e meio esbranquiçada e em sua superfície azul...
Ø  O pote três esta com a água transparente e meio esbranquiçada, mas porem em seu meio parece ter formado um mine tornado azul...
Ø  Obs.: o pote foi mexido cinco vezes com uma colher.

Ø  (09/03) olhei a experiência às 14h30min estavam tudo bem o pote um estava azul o pote dois transparente só com a superfície azulzinha e o três também transparente.
Ø  Obs.: o pote três foi mexido as 15h00min cinco vezes...

Ø  (10/03) olhei a experiência as 17h22minº pote um estavam azuis o pote dois transparente com umas bolotinhas azuis em cima, e o três estava transparente com bolotinhas azuis por cima.
Ø  Obs.: o pote três foi mexido com uma colher cinco vezes.
Ø  Houve uma pequena diferença no pote três notei que ele estava dando cheiro.

Ø  (11/03) bom olhei há experiência estava tudo bem o pote um azul e o pote 2estava transparente com uns pedacinhos de pão por cima meio azul o três estava também transparente no seu núcleo e em sua superfície estava azul.
Ø  Obs.: o pote três foi mexido cinco vezes com uma colher, e o mau cheiro do experimento só aumentava.
Ø  (12/03) bom à experiência estava normal como de costume, mas pela manhã trouxe a experiência para escola e os três potes acabarão se agitando um pouco, mas assim que pararam de movimentar voltaram ao normal. O pote estava azul não houve modificação os potes dois e três ficaram azuis, mas voltaram a ficar transparente depois.

 Conclusão do experimento:
Percebi que o pote um foi comprovado que quanto ha oxigênio no recipiente o corante permanece na sua cor real (azul). E provavelmente quando houver ausência de oxigênio a cor será alterada.
Mas porem o pote dois, sua degradação foi bem mais rápida pela falta de oxigênio no recipiente e assim eliminando o micro organismos de uma só vez. Facilitando a inexistência do oxigênio.
 Agora o pote três, o corante  eliminou o oxigênio e assim deixando a água transparente e também matando o micro organismos; mas após oscilar a amostra o oxigênio se infiltra novamente no recipiente e assim deixando a água azul novamente e dando tempo limitado ao micro organismos.

Podemos afirmar que:
Quando colocamos o corante com o pão na água essa mistura elimina o oxigênio e mata o micro organismos dependentes do oxigênio e assim ocorre a alteração da cor (transparente).









 proposta :
Quase toda água potável que consumimos se transforma em esgoto que é reintroduzido nos rios e lagos. Estes mananciais, uma vez contaminados, podem conter micro-organismos causadores de várias doenças como a diarreia, hepatite, cólera e febre tifoide. Além dos micro-organismos, as águas dos rios e lagos contêm muitas partículas que também precisam ser removidas antes do consumo humano. Daí a necessidade de se tratar a água para que esta volte a ser propícia para o consumo humano.

Quando pensamos em água tratada normalmente nos vem à cabeça o tratamento de uma água que estava poluída, como o esgoto, para uma que volte a ser limpa. Cabe aqui fazer uma distinção entre tratamento de água e tratamento de esgoto: o tratamento de água é feito a partir da água doce encontrada na natureza que contém resíduos orgânicos, sais dissolvidos, metais pesados, partículas em suspensão e micro-organismos. Por essa razão a água é levada do manancial para a Estação de Tratamento de Água (ETA). Já o tratamento de esgoto é feito a partir de esgotos residenciais ou industriais para, após o tratamento, a água poder ser reintroduzida no rio minimizando seu impacto ao ambiente. Podemos dividir o tratamento de água em duas etapas, a qual chamou de tratamento inicial e tratamento final:
Topo
Tratamento inicial:Não há reações químicas envolvidas, somente processos físicos.

peneiramento: elimina as sujeiras maiores.
Sedimentação ou decantação: pedaços de impurezas que não foram retirados com o peneiramento são depositados no fundo dos tanques.
Aeração: borbulha-se ar com o intuito de retirar substâncias responsáveis pelo mau cheiro da água (ácido sulfídrico, substâncias voláteis, etc.).
Topo

Tratamento final:

coagulação ou floculação: neste processo as partículas sólidas se aglomeram em flocos para que sejam removidas mais facilmente.
Este processo consiste na formação e precipitação de hidróxido de alumínio (Al2(OH) três) que é insolúvel em água e “carrega” as impurezas para o fundo do tanque.

Primeiramente, o p H da água tem que ser elevado pela adição ou de uma base diretamente, ou de um sal básico conhecido como barri lha (carbonato de sódio):
base:

Na OH(s) 
→
 Na+(a q) + OH-(a q)

sal básico:

Na2CO3(s) 
→
 2 Na+(a q) + CO32-(a q)

CO32-(a q) + H2O(l) 
→
 HCO3-(a q) + OH-(a q)

Após o ajuste do pH, adiciona-se o sulfato de alumínio, que irá dissolver na água e depois precipitar na forma de hidróxido de alumínio. 

Dissolução:


Al2(SO4) três(s) 
→
 dois Al3+(a q) + 2 SO43-(a q)

precipitação:

Al3+(a q) + 3 OH-(a q) 
→
 Al(OH)3(s)

sedimentação: os flocos formados vão sedimentando no fundo do tanque “limpando” a água.
Filtração: a água da parte superior do tanque de sedimentação passa por um filtro que contém várias camadas de cascalho e areia, e assim retiram as impurezas menores.
Desinfecção: é adicionado na água um composto bactericida e fungicida, como por exemplo, o hipoclorito de sódio (água sanitária, No cio), conhecido como ‘cloro’.
Água contaminada
Água tratada

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Hórus

13/02/2014 - Novas fotos





30/08/2013 - Novo projeto
Decidimos que o projeto Osíris precisava ser reformulado com as seguintes mudanças:
1- Inserção de um sistema de bateria mais eficiente: vamos usar as entradas analógicas do Arduino para controlar o gasto de bateria, gerenciando as baterias pelo próprio robô.
2- Mudança no peso do robô: usando o princípio da reciclagem, vamos usar um novo drive de cd, mais moderno que o anterior, que usa alumínio em vez de ferro na estrutura do robô. Isso vai fazer com que a estrutura do robô fique 300 gramas mais leve.
3- Correções na estrutura causadas pela dificuldade de se furar o material.
4- Correções na parte superior para adequar a luta de sumô e a necessidade de se colocar uma garra.
5- Inserção do sistema de radar usando servo-motor e sensor de ultrassom.

Outros detalhes técnicos serão alterados mas são confidenciais pois envolvem as táticas de combate que utilizaremos.

Partindo deste princípio e por decisão da equipe, o nome do robô será mudado de Osíris para Hórus nos baseando na história que pesquisamos sobre o tema:
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Horus
Na mitologia egípcia, Hórus (ou Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu) é o deus dos céus[carece de fontes], muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte de Osíris.[carece de fontes] Hórus era filho de Osíris1 .
Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o Sol e a Lua. Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito[carece de fontes].
Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que osfaraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas.[carece de fontes] Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.
O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da Lua, o outro é o olho do Sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus.
Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias. Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty. O olho de Horus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder chamado de Wedjat, que além de proporcionar poder afastava o mau-olhado, pois segundo os egípcios os olhos eram os espelhos da alma.

23/08/2013 - Resultados 2013 - Torneio J. Robótica
Após a medalha conquistada na OBR, na categoria Dedicação, como prêmio de mérito, o Osiris conseguiu mais 3 medalhas para equipe, 2 de prata no sumô e 1 de bronze no cabo de guerra, se tornando o robô que mais medalhas ganhou até agora no projeto.
 

 Ainda assim há um certo quê de fracasso no resultado pois era o robô melhor preparado. Um erro de execução do que havia sido combinado em termos de bateria resultou no desgaste de todas as baterias e no comprometimento dos robôs. Além disso, não contávamos com o revés de perder as 3 baterias de LIPO 11V/1A que descarregaram abaixo dos 3V/células o que ocasionou o dano às baterias, que ocorreu na quinta-feira antes do torneio, resultado da falta de recursos necessários na área de baterias. Em breve receberemos, pela EE Elza Facca a verba dos projetos descentralizados o que resolverá em parte o problema de baterias. Ainda não será totalmente pois o investimento nessa área será alto (R$500,00 por escola) e, como só recebemos um apoio, estamos com déficit de 50% no orçamento.
Vale ressaltar que um dos nossos grandes problemas foi resolvido com o apoio do Mc´Donalds Av. Jundiaí, que nos forneceu os lanches.
O efeito da bateria pode ser visto no vídeo abaixo, na luta Osiris vs Inacio:
 Quem viu depois esses robôs, após a solução do problema de baterias se surpreende.

28/06/2013- Teste de combate do Osíris
Neste teste o robô está programado para encontrar a linha e retornar. Usando 100% da potência.

20/06/2013 - Teste de combate Osiris
Teste do robô Osíris numa simulação de arena, preparatório para lutas de sumô.
Neste teste o robô estava programado para localizar a linha preta e depois recuar, parando em seguida.

12/04/2013
Fotos da placas dual layer de ponte H com TIP produzida por método térmico, faltando apenas soldar os componentes:





05/04/2013
Teste de motores do robô Osíris: usando uma fonte 9V/500 mA e com a nova esteira.

Teste do Osíris arrastando um objeto: 500 gramas aproximadamente.

Próxima etapa: Adição de uma ponte H de TIP (NPN) feita em protoboard e elaboração de placa de circuito para o motor por método térmico.

30/03/2013
Fizemos hoje a placa de circuito - ponte H dupla - para controle de 2 motores usando o TIP (110/115 ou 120/127).
https://skydrive.live.com/redir?resid=AC8ECA0DCFBBC517!427&authkey=!AATyvgnHh5cZ-_E

29/03/2013
Adicionado os motores a estrutura do robô. Foram observadas 2 dificuldades:
1- Após a adição dos motores um dos lados ficou "penso", ou seja, apresentou desequilíbrio por conta do peso diferente dos motores. Tal situação foi suavizada com a inserção de esponjas na base do motor e com a inserção das esteiras.
2- Os motores ainda estão soltos. Isso será resolvido com o uso de parafusos para fixação dos motores.
Além destas correções serão instaladas duas esteiras feita de uma borracha doada pela empresa CIKALA de São Paulo (caso se interessem pelo material procure na lista de apoiadores) colada com um pedaço de borracha de câmara de ar de carro e araldite, além disso, uma pequena regulagem dos furos de suporte do motor deve terminar com o problema de desajuste do chassi. Após esta etapa será colocada a fiação do motor e será feito um teste sem drive de motor para avaliar o funcionamento do robô.
Em reunião hoje, ficou decidido que será usado um driver de motor feito com TIP 110/115 em placa de circuito impresso para o controle de robôs, por sua praticidade e potência, favorecendo o robô. Além disso, temos material suficiente para fazer 10 drives como esse, possibilitando a construção de drivers de reserva.
Fotos da montagem do robô e da medição da esteira:






15/03/2013
Estrutura do robô terminada: o chassi do Osíris está pronto, aguardando a instalação dos motores e fixação dos mesmos e a adição da da protoboard. Em relação a estrutura, falta a adição de arruelas para melhorar a lubrificação do sistema e diminuir o atrito.


O furo no meio é para a passagem da fiação do motor e das baterias.

24/02/2013
Iniciamos a construção de um novo projeto de robô de esteiras, sob responsabilidade do aluno Marcelo (ETEC - EE Elza Facca M. Bonilha). 

Descrição do projeto:
Robô de esteiras multi-tarefas: resgate de alto-risco, sumô e outros, feito com chassi de alumínio retirado de drives de cd e motores de passo de impressora (ainda em estudo se vai usar redução de impressora, ou correias de transmissão entre os eixos. O eixo dianteiro será segmentado em duas partes, tornando os eixos independentes. As rodas são feitas de roletes de impressora HP e Epson.
A esteira provavelmente será feita de corrente de metal ou correia de borracha. A alimentação será feita por baterias 11V/1A, controle de motores por L298n e o controle do robô, pelo Arduino UNO. 
Provavelmente usaremos um sensor de ultrassom acoplado a um servo de posição indicando o local do objeto e sensores de IR para leitura de linha. Talvez mais uns sensores de IR para localizar objetos.

Primeiras fotos:





O significado de Osíris:
Osíris (Ausar em egípcio) era um deus da mitologia egípcia, associado à vegetação e a vida no Além. Oriundo de Busíris, no Baixo Egipto, Osíris foi um dos deuses mais populares do Antigo Egipto, cujo culto remontava às épocas remotas da história egípcia e que continuou até à era Greco-Romana, quando o Egito perdeu a sua independência política.
Marido de Ísis e pai de Hórus[2], era ele quem julgava os mortos na "Sala das Duas Verdades", onde se procedia à pesagem do coração ou psicostasia.
Osíris, é sem dúvida o deus mais conhecido do Antigo Egipto, devido ao grande número de templos que lhe foram dedicados por todo o país; porém, os seus começos foram os de qualquer divindade local,e é também um deus que julgava a alma dos egípcios se eles iam para o paraíso (lugar onde só há fartura).Para os seus primeiros adoradores, Osíris era apenas a encarnação das forças da terra e das plantas. À medida que o seu culto se foi difundindo por todo o espaço do Egipto, Osíris enriqueceu-se com os atributos das divindades que suplantava, até que, por fim substituiu a religião solar. Por outro lado a mitologia engendrou uma lenda em torno de Osíris, que foi recolhida fielmente por alguns escritores gregos, como Plutarco. A dupla imagem que de ambas as fontes chegou até nós deste deus, cuja cabeça aparece coberta com a mitra branca, é a de um ser bondoso que sofre uma morte cruel e que por ela assegura a vida e a felicidade eterna a todos os seus protegidos, bem como a de uma divindade que encarna a terra egipcia e a sua vegetação, destruída pelo sol e a seca, mas sempre ressurgida pelas águas do Nilo.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Os%C3%ADris

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Projetos 2013

Começamos 3 novos projetos em 2013. Serão 2 robôs 20x20 cm, categoria ensino médio, usando alumínio reciclado de drives de cd velhos como estrutura base do robô e os motores são vindos de reciclagem de impressoras. Um dos projetos terá uma esteira feita de borracha e o outro será nos mesmos moldes do Onix, alterando o sistema de rodas (cortando os eixos e deixando as 4 rodas independentes). As primeiras fotos de montagem (na verdade desmontagem das impressoras para retirada dos motores) e instalação de borrachas para aumentar a transmissão de energia seguem abaixo.
 Fotos dos motores retirados de impressora com as borrachas de teste.

Impressora matricial sendo desmontada e detalhe do motor


Um outro projeto, sob responsabilidade da equipe de ensino fundamental usa a estrutura de alumínio de uma fonte ATX, motores retirados do sistema de tração de folhas de 2 Epson Jato de Tinta e as pontes H feitas com transistor TIP 120/127 em protoboard.

< fotos em breve!!! >